Lula defende urnas eletrônicas no G7 e diz que os Estados Unidos deveriam aprender com o Brasil.

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Durante compromissos na cúpula do G7, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender o sistema eleitoral brasileiro e afirmou, em tom de brincadeira, que pretende apresentar as urnas eletrônicas ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Ao comentar a confiabilidade do processo eleitoral brasileiro, Lula destacou que o modelo adotado no Brasil é motivo de orgulho e sugeriu que os Estados Unidos poderiam conhecer melhor a experiência brasileira. Em uma fala descontraída, o presidente afirmou que mostrará a urna eletrônica a Trump, reforçando sua defesa da segurança e da transparência do sistema de votação utilizado no país.

Lula também esclareceu que não houve uma reunião bilateral formal com o presidente norte-americano durante o encontro do G7. Segundo o presidente brasileiro, os dois países continuam mantendo negociações em diferentes áreas, especialmente nos campos comercial e de segurança, por meio dos canais diplomáticos e institucionais já estabelecidos.

Por sua vez, Donald Trump confirmou que conversou com Lula durante a cúpula. Ao comentar a relação com o Brasil, o presidente dos Estados Unidos classificou o país como “politicamente difícil”, sem detalhar os motivos da avaliação. Apesar disso, Trump indicou que o diálogo entre os governos segue aberto.

As declarações ocorreram em meio às discussões do G7, que reúne líderes das principais economias do mundo para debater temas relacionados à economia global, comércio internacional, segurança e cooperação entre países.

A defesa das urnas eletrônicas tem sido uma pauta recorrente de Lula desde o início de seu mandato. O presidente costuma destacar que o sistema brasileiro é reconhecido pela rapidez na apuração dos votos e pela segurança do processo eleitoral, sendo utilizado há décadas nas eleições do país.

Enquanto isso, Brasil e Estados Unidos mantêm negociações em áreas estratégicas, buscando ampliar a cooperação econômica e fortalecer o diálogo bilateral em temas de interesse comum.

Por redação/Pontal do Sertão

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